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quarta-feira, 11 de junho de 2008

Libélula: A Inspiração para o Helicóptero


As asas das libélulas não podem ser dobradas sobre seu corpo. Além disso, a maneira pela qual os músculos para o vôo são utilizados no movimento das asas as difere do restante dos insetos.



Elas são portadoras de um design maravilhoso. O fabricante número 1 de helicópteros, Sikorsky, terminou o desenho de um dos seus helicópteros tomando uma libélula como modelo. Integrantes da IBM, que acompanham Sikorsky neste projeto, começaram colocar o modelo de uma libélula em um computador (IBM 3081). Foram processadas duas mil imagens especiais no computador à luz das manobras realizadas pelas libélulas no ar.

Gilles Martin, um fotógrafo da natureza, por dois anos fez um estudo examinando as libélulas e concluiu que essas criaturas têm um mecanismo de vôo extremamente complexo.

O corpo de uma libélula tem um aspecto como uma estrutura helicoidal. Suas asas estão cruzadas sobre um corpo que demonstra um gradiente de cor do azul marinho ao marrom.

Devido sua estrutura, ela é dotada de uma excelente "manobrabilidade". Não importa com qual velocidade ou direção que está se movendo, ela pode imediatamente parar e começar a voar na direção oposta.

E se quiser, pode permanecer suspensa no ar para fins de caça. Na mesma posição, ela pode se mover extremamente rápido em direção a sua presa. Pode acelerar a uma velocidade bastante surpreendente para um inseto: 25mph (40km/h), o que seria idêntico a um atleta correndo 100 metros nas Olimpíadas a 24.4 mph (39km/h).

A esta velocidade, ela se choca com sua presa. O choque do impacto é muito forte. No entanto, seu "arsenal" é tanto muito resistente como muito flexível. A estrutura flexível do seu corpo absorve o impacto do choque. Porém, não podemos dizer o mesmo para sua presa.

Na seqüência da colisão, as patas traseiras da libélula assumem o papel de serem armas letais. Elas estendem-se e capturam a presa abatida, que é rapidamente desmembrada e consumida por poderosas mandíbulas.

A visão de uma libélula é tão impressionante como sua habilidade de realizar manobras inesperadas em alta velocidade. Os olhos das libélulas são aceitos como os melhores exemplos entre todos os insetos.

Ela possui um par de olhos, cada um com cerca de trinta mil diferentes lentes. Olhos semi-esféricos, cada um quase a metade do tamanho da cabeça, fornecendo a ela um vasto campo visual.

A libélula é um conjunto de sistemas, cada qual possui uma estrutura única e perfeita. Qualquer anomalia em algum desses sistemas “descarilharia” todos os outros sistemas. No entanto esses sistemas foram criados sem falhas pela Arte Criativa de Deus.


"Exploring The Evolution of Vertical Flight at The Speed of Light", Discover, October 1984, pp. 44-45.

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domingo, 8 de junho de 2008

O Olho da Lagosta


Existem muitos tipos diferentes de olhos no mundo vivo. Nós estamos habituados ao olho "tipo câmera", encontrados nos vertebrados. Essa estrutura funciona sob o principio da refração da luz, qual cai sobre as lentes e é focada em um ponto no interior do olho.

No entanto, os olhos possuídos por outras criaturas funcionam de métodos diferentes. Um exemplo é a lagosta. O olho de uma lagosta funciona sob o principio da reflexão e não da refração.



A característica mais notável do olho dessa criaturinha é a sua superfície, que é composta por inúmeros retângulos. Conforme mostrado na figura abaixo, esses retângulos estão posicionados precisamente.

O olho de uma lagosta mostra uma geometria extraordinária não encontrada no restante da natureza, ele tem minúsculas facetas que estão perfeitamente enquadradas, de modo que "parece como um papel gráfico".

Esses retângulos bem organizados são, de fato, as extremidades desses minúsculos tubos formando uma estrutura semelhante a uma colméia. A colméia é feita, geometricamente, de hexágonos. No olho da lagosta, em vez de hexágonos, existem quadrados.

Ainda mais intrigante é que cada lado desses tubos quadrangulares é como espelhos, que refletem a luz recebida. Essa luz refletida é focada para dentro da retina. Os lados dos tubos, no interior do olho, estão alojados em ângulos tão perfeitos que todos focam para o mesmo ponto.

A natureza extraordinária do design desse sistema é perfeitamente incontestável. Todos esses perfeitos retângulos têm uma camada que funciona como um espelho. Além do mais, cada uma dessas células estão localizadas com uma precisão geométrica incrível, para que todos os alinhamentos que eles foquem concentrem a luz em um ponto único.

Isso é exemplo de uma "Complexidade Irredutível".

Se qualquer uma das características (como cada faceta no olho que é retangular, o espelho de cada unidade ou a camada posterior da retina) fossem eliminados, o olho nunca poderia funcionar. Por isso, o olho não pôde ter surgido por “passo a passo”.

Um fato interessante surge quando olhamos para criaturas com estruturas oculares semelhantes. O olho refletor, do qual o olho da lagosta é um exemplo, é encontrado somente em um grupo de crustáceos, os chamados Decapodas, que possuem um abdômen longo. Essa família inclui as lagostas, camarões e caranguejos.

Os outros membros do filo Crustáceo demonstram a estrutura ocular do tipo refratora, que funciona sob princípios completamente diferentes dos de olhos do tipo "refletores". Aqui, o olho é composto de centenas de células como uma colméia. Ao contrário das células retangulares nos olhos das lagostas, essas células podem ser hexagonais ou redondas.


No mais, em vez de refletir a luz, as pequenas lentes nas células refracionam a luz para o foco sobre a retina. As maiorias dos crustáceos têm o olho do tipo "refrator" e somente um grupo de crustáceos, nomeados de Decapodas, têm os olhos do tipo "refletor".

Isso não é nada mais que a manifestação do infinito conhecimento, sabedoria e poder de Deus.




J.R.P. Angel, Lobster Eyes as X-ray Telescopes�, Astrophysical Journal, 1979, 233:364-373, cited in Michael Denton, Nature�s Destiny, The Free Press, 1998, p. 354.

Michael F. Land, "Superposition Images Are Formed by Reflection in the Eyes of Some Oceanic Decapod Crustacea", Nature, 28 October 1976, Volume 263, pages 764-765.

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sexta-feira, 30 de maio de 2008

As abelhas e a maravilhosa estrutura do Favo


As abelhas produzem mais mel do que realmente precisam e armazenam-o em favos. A estrutura hexagonal da colméia é bem conhecida de todos. Mas você sabe qual a razão das abelhas construirem na forma hexagonal, e não na octagonal ou pentagonal?

Matemáticos a procura de resposta para essa pergunta chegaram a uma conclusão interessante : "o hexágono é a forma geométrica mais adequada para o máximo aproveitamento de determinada área".

Uma célula hexagonal exige um montante mínimo de cera para sua construção ao mesmo tempo que armazena um montante máximo de mel. Portanto, a abelha usa a forma mais adequada possível.

O método usado para a construção da colméia é bastante interessante: as abelhas iniciam a construção de dois a três lugares diferentes da colméia e tecem a mesma simultaneamente de duas a três cordas.

Embora elas comecem a tecer de diferentes lugares, as abelhas, em grande número, constroem hexágonos idênticos e tecem então o favo de mel pelas combinações de junção encontrando-se no meio.

Na face deste extraordinário desempenho, nós, por certo, temos que admitir a existência de um Ser Superior que dá sabedoria a essas pequeninas criaturas.

Infelizmente algumas pessoas querem explicar este fato dizendo que é apenas o "instinto" e apresentá-lo como um simples atributo da abelha. Entretanto, se há um instinto no trabalho, se este governa sobre todas as abelhas e fornece que todas as abelhas trabalhem na harmonia embora uma sem a informação de uma outra, significa que há uma exaltada Sabedoria que governa sobre todas essas criaturinhas.

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Arquitetos Fantásticos: Cupins


Ninguém pode não se surpreender ao ver um ninho de cupins erguido pelos mesmos sobre a terra. Isto porque os ninhos de cupins são maravilhas arquitetônicas que podem chegar de 5 a 6 metros. Dentro deste ninho existe sofisticados sistemas para atender todas as necessidades dos cupins, que não podem aparecer na luz solar, devido a sua estrutura corporal.

No ninho, existem sistemas de ventilação, corredores, quarto de larvas, estaleiros especiais para produção de fungo, saídas de segurança, salas para o tempo quente e frio, enfim, de tudo.

O mais interessante é que os cupins que constroem o ninho e todo este sistema maravilhoso, são cegos!

Apesar deste fato, nós vemos, se compararmos o tamanho de um cupim com o seu ninho, que os cupins superam de longe um projeto arquitetônico 300 vezes maior do que eles próprios. É fantástico.

Cupins tem ainda uma outra característica maravilhosa: Se nós dividirmos o ninho em duas partes nas primeiras fases da construção e, reunirmo-os depois de um certo tempo, veremos passagens de todas as formas, canais e estradas que cruzam umas com as outras. Cupins exercem sua tarefa como se nunca tivessem sido separados.


Bilim ve Teknik, July 1989, Vol. 22, No.260, p.59.

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quinta-feira, 29 de maio de 2008

O Fio Condutor das Aranhas


A aranha chamada Dinopis possui uma grande habilidade para a caça. Ao invés de tecer uma rede estática e ficar à espera de sua presa, ela tece uma pequena e incomum rede que ela lança sobre a presa. O inseto preso não consegue sair. A rede é construída tão perfeitamente que quanto mais o inseto tenta se soltar mais ainda ele fica preso.

Afim de conservar usa alimentação, a aranha embrulha a presa com fios extras, como se estivesse embalando a mesma.

Como esta aranha pode fazer uma rede de estrutura mecânica e química tão formidável? É impossível a aranha ter adquirido essa habilidade por acaso como adquirem os evolucionistas. Ela não tem faculdade para aprender e memorizar, sequer tem cérebro para realizar essas coisas. Obviamente que esta habilidade é dada a aranha pelo seu Criador.

Muitos milagres importantes são escondidos na linha das aranhas. Esta linha, com um diâmetro inferior a um milésimo de milímetro, é 5 vezes mais forte do que um fio de aço com a mesma espessura. Este fio tem uma outra característica, de ser extremamente leve. Um comprimento desta linha o suficiente para rodear o mundo pesaria somente 320 gramas.

O aço, uma substância produzida especialmente em trabalhos industriais, é um dos materiais mais fortes manufaturados pela humanidade. Entretanto, a aranha pode produzir em seu corpo uma linha, de longe, mais firme do que o aço.

Entretanto o homem produz aço. Ele faz uso de seus conhecimentos e tecnologia há séculos para produzi-lo. Mas, que conhecimento e tecnologia fizeram a aranha produzir este fio?

Como vemos, toda tecnologia e técnicas humanas estão atrasadas atrás desta aranha.


The Structure and Properties of Spider Silk", Endeavour, January 1986, vol. 10, pp.37-43

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Animais Hibernantes


Animais em estado de hibernação podem continuar vivos por que a sua temperatura interna entra em equilíbrio com a temperatura externa. Como eles controlam isto?

São mamíferos de sangue quente. Isso significa que em condições normais, a sua temperatura corporal sempre se mantém constante por que um termostato natural no seu corpo mantém-se regulando essa temperatura.

No entanto, durante a hibernação, o calor normal do corpo de pequenos mamíferos, como o esquilo que possui um calor normal do corpo de 40 graus, deixa cair a um pouco acima do ponto de congelação, como se ajustado por algum tipo de uma chave.

O metabolismo do corpo desce lentamente, em grande medida.

O animal começa a respirar muito lentamente e o seu batimento cardíaco normal que era de 300 vezes por minuto, caí para 7-10 batimentos por minuto.

Os reflexos normais do corpo param e as atividades elétricas do cérebro caem lentamente ficando quase indetectável.

Um dos perigos do corpo imóvel é o congelamento de tecidos em climas muito frio e acabarem sendo destruídos por cristais de gelo. Entretanto os animais hibernantes estão livre desse perigo graças às características que lhes foram empregadas.

Os fluídos corporais destes animais são retidos pelos materiais químicos que possuem elevada massa molecular.


Görsel Bilim ve Teknik Ansiklopedisi, pp.185-186.

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O Peixe Elétrico


Determinadas espécies de alguns tipos de peixes tais como a Enguia Elétrica e o Raio Elétrico utilizam a eletricidade produzida em seus corpos para proteger-se de seus inimigos ou para paralizar a sua presa.

Em cada vida ser - compreendendo o homem - é uma quantidade pequena de eletricidade. O homem, entretanto, não pode dirigir esta eletricidade ou tomá-la sob controle para usá-la para seu próprio benefício. As criaturas acima mencionadas, por outro lado, tem uma eletricidade alta em seus corpos de 500-600 volts e são capazes de usar isso contra seus inimigos.

Além disso, não são afetados adversamente por esta eletricidade.

A energia que consomem para se defender é recuperada após um determinado período de tempo, como um carregamento de bateria, e a energia recuperada está novamente pronta para ser usada.

Os peixes não usam a energia elétrica de alta tensão em seus pequenos corpos apenas para fins de defesa. Além de fornecer os meios para encontrar seu caminho no escuro das águas profundas, a eletricidade também os ajuda na sensação dos objetos sem vê-los.

Estes tipos de peixes podem enviar sinais através da utilização da energia de seus corpos. Estes sinais refletem de volta quando batidos em algum objeto sólido, dando então informações ao peixe sobre estes objetos.

Desta forma, o peixe consegue determinar a distância e o tamanho do objeto.



Walter Metzner,http://cnas.ucr.edu/~bio/faculty/Metzner.php

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O Choco


Sob a pele dos Chocos, existe uma densa camada de sacos pigmentados chamados de crematóforos.
Eles vêem principalmente em amarelo, vermelho, preto e marrom. Em um sinal, as células se expandem e inundam toda a pele com o tom adequado.

Essa é a forma de como o Choco pega a coloração posta em cima da rocha e faz uma camuflagem perfeita. Este sistema é tão eficaz que os Chocos podem até criar uma complexa "listragem" como a da zebra.

DIFERENTES SISTEMAS DE VISÃO

Para muitos animais marinhos, a visão é extremamente importante para a caçar e se defender. Assim, a maioria dos animais marinhos são equipados com olhos perfeitamente criados para a forma subaquática.

Sob a água, a capacidade de ver se torna cada vez mais limitada conforme a profundidade, especialmente depois dos 30 metros. Organismos que vivem em profundidade como esta, têm seus olhos criados conforme as condições dadas.

Animais marinhos, ao contrário dos animais terrestres, têm lentes esféricas em perfeita conformidade com a densidade da água por eles habitadas. Comparado com a forma elíptica dos olhos dos animais terrestres, a estrutura esférica é mais operacional para os olhos debaixo da água, e ainda é ajustada para ver objetos em "close" (bem perto).

Quando um objeto em uma distância maior é focalizado, o sistema de lente inteiro é puxado para trás pela ajuda de um mecanismo muscular localizado dentro do olho.

Uma outra razão pela qual os olhos destes animais são de forma esféricas é a refração de luz na água. Porque o olho é preenchido com um líquido que tem quase a mesma densidade que a água, nenhuma refração ocorre enquanto uma imagem formada exteriormente é refletida no olho.

Conseqüentemente, a lente do olho concentra a imagem focada do objeto exterior na retina. Os peixes, ao contrário dos seres humanos, vêem perfeitamente na água.

Alguns animais, como o polvo, tem olhos enormes para compensar a pouca quantidade de luz que existe nas profundezas da água. Abaixo dos 300 metros, os peixes de olhos grandes precisam capturar os flashes dos organismos vizinhos para observá-los.

Eles têm que ser especialmente sensíveis à fraca luz azul que penetra a água. Por esta razão, existe uma abundância de células sensíveis ao azul na retina de seus olhos.

Como foi compreendido a partir destes exemplos, cada ser vivo tem os olhos distintos projetados especialmente para encontrar suas necessidades particulares. Este fato mostra que todos foram criados apenas da maneira que têm que ser por um criador que tenha a sabedoria eterna, o conhecimento e o poder.



Esquerda: Um choco que se torna parecido com a própria superfície arenosa.
Direita: A cor amarelo vivo do mesmo peixe gira em caso de perigo, como por exemplo, quando é visto por um mergulhador.



National Geographic, September 1995, p.98.

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Sistema de Congelamento Especial


Uma rã do gelo encarna uma rara estrutura biológica. Ele não mostra sinais de vida. A sua frequência cardíaca, respiração e circulação sanguínea chegaram a um impasse total. Entretanto, quando o gelo derrete, esta mesmo rã volta a vida como se acordando de uma simples noite de sono.

Na verdade, um ser vivo, num estado de congelamento enfrenta riscos mortais. A rã, porém, não enfrente nenhum deles. A sua principal característica, é poder produzir em abundância a glicose nesse estado. Assim como um diabético, os níveis de açúcar no sangue na rã atinge níveis altíssimos.

Algumas vezes pode chegar tão alto como 550 milimol / litro ( que normalmente está entre 1-5 mmol/litro para rãs e 4-5 mmol/litro para humanos). Essa extrema concentração de glicose pode causar sérios problemas em tempos normais.

Nesta rã, entretanto, essa extrema concentração de glicose mantém a água saindo da célula e impede o encolhimento. A membrana celular desta rã é altamente permeável à glicose, facilitando sua passagem para dentro da célula.

O alto nível de glicose no sangue reduz a temperatura de congelamento, fazendo com que somente uma pequena quantia do líquido interno do animal se torne gelo no frio.

Investigações tem mostrado que a glicose pode suprir muito bem as células da rã.

Durante esse período, além de ser o combustível natural do organismo, a glicose igualmente pára muitas reações metabólicas como a síntese da uréia e impede assim que as diferentes fontes de alimento para a célula estejam esgotadas.

Como é que uma tal quantidade elevada de glicose no corpo da rã veio de repente?
A resposta é bastante interessante: este ser vivo é equipado com um sistema muito especial, encarregado de fazer essa tarefa. Logo que aparece gelo sobre a pele, uma mensagem viaja até o fígado, informando-o para converter seu estoque de glicogênio em glicose.

A natureza dessa mensagem que viaja até o fígado ainda é desconhecida. Cinco minutos depois que essa mensagem é recebida, o nível de açúcar no sangue começa a aumentar constantemente.

Inquestionávelmente este animal está equipado com um sistema que muda completamente o seu metabolismo para satisfazer todas as suas necessidades. Isso não é obra do acaso, e sim um plano perfeito e complexo de um Criador.


Bilim ve Teknik, January 1990, pp.10-12.

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Albatrozes


As aves migratórias minimizam o consumo de energia, utilizando diferentes "técnicas de vôo". Os albatrozes, que passam cerca de 92% de sua vida sobre o mar, possuem asas com medidas de até 3,5 metros.

A maior característica dos albatrozes é seu estilo de vôo: eles podem voar por horas sem precisar bater suas asas totalmente. Para fazer isso, eles deslizam constantemente pelo ar, fazendo uso do vento.

Exige muita energia para manter seus 3,5 metros de asas constantemente abertas. Porém, eles conseguem ficar nessa posição por horas. Isto graças a um sistema anatômico formado logo no seu nascimento. Durante o vôo, as asas dos albatrozes ficam bloqueadas, não fazendo o uso, portanto, de qualquer energia muscular.

As asas são levantadas somente por camadas musculares. Isso ajuda muito a ave durante o vôo e também reduz o consumo de energia. Os albatrozes não gastam energia, pois utilizam para bater as asas e nem tão pouco para mantê-las constantes durante o vôo.

Voar por horas, fazendo o uso exclusivo do vento fornece uma fonte de energia ilimitada para ele.

Por exemplo, um albatroz de 10 kg, perde somente 1% do peso de seu corpo enquanto viaja 1,000 km.

Os homens têm fabricado planadores tomando por modelo os albatrozes e fazendo uso da sua fascinante técnica de vôo.



David Attenborough, Life of Birds, Princeton Universitye Press, Princeton-New Jersey, 1998, p.47.

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A viagem dos Salmões

Salmões do pacífico têm um excepcional característica para retornar ao rio de onde nasceram para se reproduzir. Eles passam uma boa parte de suas vidas no mar, e voltam aos rios de água doce.

Quando começam sua viagem no início do verão, a sua cor é um vermelho brilhante. No fim de sua viagem, entretanto, sua cor se torna preto. No começo da sua migração, logo se aproximam do litoral e tentam alcançar os rios. Eles perserveramente esforçam-se em chegar ao seu local de nascimento.

Eles chegam ao seu destino saltando agitados rios, nadando contra correntes, superando cachoeiras e diques.

No final desta viagem de 3,500 - 4,000 km, as fêmeas estão com seus ovos prontos e os machos com seus espermas. Elas desovam de cerca de 3 a 5 mil ovos, os machos então os fertilizam.

Os peixes sofrem muitos danos como efeito desta migração e desova. As fêmeas que desovam ficam exaustas: suas barbatanas ficam para baixo e sua pele começa a voltar-se para a cor preta. O mesmo vale para os machos. O rio logo fica coberto de salmões mortos. Então outra geração de salmões está pronta fazer a mesma jornada.

Como salmão termina tal viagem, como chegam ao mar depois que se reproduzem, e como encontram seu caminho são apenas algumas das perguntas que permanecem sem serem respondidas.

Apesar de muitas sugestões serem feitas, nenhuma solução ainda foi alcançada.

Qual é o poder que faz salmões empreender um retorno de milhares de quilômetros de volta a um lugar desconhecido para eles? É óbvio que há Ser um superior governando e controlando todos estes seres vivos.

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Os Coalas


O óleo encontrado nas folhas de eucaliptos é venenosa para muitos mamíferos.
Este veneno é um mecanismo químico de defesa dos eucaliptos contra seus inimigos. Entretanto, existe um ser vivo muito especial que se alimenta das plantas dessas árvores sem nenhum problema: os coalas.

Coalas fazem suas moradias em cima dos eucaliptos, tiram sua alimentação e água dessas árvores. Como outros mamíferos, coalas não podem digerir a celulose que está presente nas árvores. Por isto, ele é dependente de microorganismo que dirigem essa celulose.

Estes microorganismos estão altamente concentrados no ceco, que é uma extensão do sistema intestinal. O ceco é a parte mais interessante do sistema digestivo dos coalas. Este segmento funciona como uma câmara de fermentação onde micróbios são mandados digerir a celulose enquanto a passagem das folhas é demorada. Assim, o coala pode neutralizar o efeito venenoso dos óleos nas folhas de eucalipto.

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Habilidade de caça em posição constante

A drosera, uma planta sul-africana, prende insetos com a ajuda de seus cabelos viscosos. As folhas desta planta estão cheias de longos cabelos vermelhos. As pontas desses cabelos são cobertos com um fluído que expele um odor, atraindo os insetos.

A outra habilidade deste fluido é ser extremamente viscoso. Um inseto que voe em direção a esse fluído, enganado pelo odor, acaba ficando preso pelos seus cabelos.

Pouco tempo depois, a folha é inteiramente fechada sobre o inseto já imóvel nos cabelos da planta, e após isso ela retira as proteínas essenciais para ela através da digestão.

A habilidade dessa planta sem a possibilidade de se mover é um sinal evidente de um Designer. É impossível para uma planta ter desenvolvido tal estilo de caça pela sua própria vontade ou por meio da coincidência.

É impossível mais ainda ignorar a existência de um Poderoso Criador que teria dotado essa planta com essas formidáveis habilidades.



David Attenborough, The Private Life of Plants, Princeton Universitye Press, Princeton-New Jersey, 1995, pp.81-83.

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A Fotossíntese

As plantas, sem dúvida, desempenham um papel muito importante no sentido de fazer com que o universo seja um lugar habitável. Elas limpam o ar para nós, mantém a temperatura do planeta num nível constante e proporções equilibradas de gases na nossa atmosfera.

O oxigênio que respiramos é produzido pelas plantas. Uma parte importante da nossa alimentação também é fornecida por plantas. O valor nutritivo das plantas vem do design especial de suas células, para qual também devem outras características.

A célula vegetal, ao contrário da célula animal e humana, pode fazer uso direto da energia solar. Converte a energia solar em energia química e armazena os nutrientes de forma muito especial.

Este processo é chamado de 'fotossíntese". De fato, este processo não é realizado pela célula, mas pelos cloroplastos, organelas que dão à planta sua cor verde.

Estas minúsculas organelas verdes são somente observáveis por microscópios, e são os únicos laboratórios que estão na terra capazes de transformar energia solar em matéria orgânica.

A quantidade de matéria produzida por essas plantas sobre a terra, giram em torno de 200 bilhões de toneladas por ano. Essa produção é vital para todos seres vivos na terra. A produção feita por essas plantas é realizada através de um processo químico muito complicado.

Milhares de pigmentos de "clorofila" encontrados no cloroplasto reagem com a luz em um incrível curto espaço de tempo, algo como um milésimo de segundo. Esta é a razão pela qual muitas atividades decorrentes na clorofila ainda não tinham sido observadas.

Converter energia solar na energia elétrica ou química é uma descoberta tecnológica muito recente. Para fazer isso, instrumentos de alta tecnologia são utilizados.

Uma célula vegetal, tão pequena, que nem a olho nu pode ser vista, tem realizado essa tarefa há milhões de anos.

O sistema muito complexo de fotossíntese é um mecanismo conscientemente desenhado por Deus. Uma mini fábrica é espremida numa minúscula unidade de área da folha. Este é só mais um design dos milhares que podemos encontrar em todos os seres vivos, provando o Poder e o Controle de Deus.

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O Basilisk


O Basilisk é um lagarto daqueles raros animais que podem se mover estabelecendo um equilíbrio entre a água e o ar.


Poucos são os animais capazes de caminhar sobre a superfície da água. Uma dessas raridade é o Basilisk, que vive na América Central. Sobre os dedos das suas patas traseiras existem retalhos que lhes permitem ir "pipocando" sobre a água. Estes também são enrolados quando o animal anda em terra. Se o animal enfrenta perigo, ele começa a correr muito rápido na superfície de um rio ou de um lago. Em seguida, as solas de suas patas traseiras ficam abertas, ganhando mais área para continuar "pipocando" sobre a água.

Este único design dos Basilisk's é mais uma evidência que há um Criador perfeito.

Encyclopedia of Reptiles and Amphibians, Published in the United States by Academic Press, A Division of Harcourt Brace and Company, p.35.

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domingo, 25 de maio de 2008

A Camuflagem

Uma das características que alguns animais possuem para manter-se vivos é se camuflando.

Estes animais sentem a necessidade de se camuflar por duas razões principais: para caçar e para se proteger dos predadores. A camuflagem difere de todos os outros métodos, pois envolve inteligência, habilidade, estética e harmonia.

As técnicas de camuflagem são realmente espantosas. É quase impossível identificar um inseto que esteja escondido em um tronco de árvore ou uma outra criatura escondida sob uma folha.

O piolho da folha, que suga os sucos das plantas, alimenta-se da planta fingindo ser espinhos. Através deste método, que têm o objetivo de enganar as aves, seus inimigos maiores, e assegurando-se de que os pássaros não se "acampem" nestas plantas.

Acima: Piolho da Árvore imitando os espinhos.
Acima na direita: Uma serpente se escondendo suspensa entre as folhas.
Logo abaixo: Uma lagarta estabeleceu-se no meio de uma folha para passar despercebida.

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sábado, 24 de maio de 2008

Design Ocular das Aves Caçadoras

Aves caçadoras têm olhos empenhados que lhes permitem fazer ajustes perfeitos da distância quando atacarem sua presa. Além disso, seus largos olhos contêm mais células oculares, que significa uma melhora na sua visão. Existe mais de um milhão de células oculares no olho de uma ave caçadora.

Águias, que voam a milhares de metros de altura, têm olhos empenhados tão bons que podem digitalizar a terra perfeitamente nessa distância. Assim como aviões de guerra detectam seus alvos milhões de metros de distância, as águias atingem suas presas, percebendo o brilho da cor ou seu movimento no solo.

A águia também tem um ângulo de visão de 300 graus, podendo ampliar a imagem de 6 a 8 vezes. Elas podem também examinar uma área de 30,000 hectares enquanto voam a 4,500 metros de altura.

É evidente que a maravilhosa estrutura deste olho foi criado para esta criatura!

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As Baleias

Os mamíferos regularmente tem a necessidade de respirar e, por isso, a água não é um meio muito conveniente para eles. Em uma baleia, que é um mamífero do mar, este problema é tratado com um sistema de respiração muito mais eficiente do que de muitos animais terrestres.

As baleias respiram uma vez por turno, descarregando 90% do ar que elas usam. Assim, elas precisam respirar somente em longos intervalos de tempo.

Ao mesmo tempo, elas tem uma elevada concentração de substâncias chamadas "mioglobinas", que ajuda a armazenar o oxigênio em seus músculos. Com a ajuda deste sistema, baleias finback, podem mergulhar a uma profundidade de 500 metros e nadar por 40 minutos sem respirar em tudo.

As narinas das baleias, por outro lado, localizam-se sobre a cabeça, diferentemente das narinas dos mamíferos terrestres, facilitando assim a respiração.


David Attenborough, Life On Earth: A Natural History, Collins British Broadcasting Corporation, June 1979, p.240.

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O Sistema Sonar dos Morcegos

Os morcegos voam na escuridão sem problemas e têm um sistema interessante para fazer isto. É o que chamamos de sistema "sonar", um sistema através do qual os objetos ao redor são determinados de acordo com o eco das ondas sonoras.

Uma pessoa jovem pode detectar um som com uma freqüência de 20,000 vibrações por segundo. Um morcego especialmente concebido com um "sistema sonar", no entanto, faz o uso de sons tendo uma freqüência entre 50,000 e 200,000 vibrações por segundo. Ele envia estes sons para todas direções 20 ou 30 vezes a cada segundo.

O eco produzido pelo som é tão potente que o morcego não somente capta a existência de objetos em seu caminho, mas também detecta onde estes se encontram.


David Attenborough, Life On Earth: A Natural History, Collins British Broadcasting Corporation, June 1979, p.236.


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sexta-feira, 23 de maio de 2008

O Pica-Pau

Todos sabem que um pica-pau constrói seu ninho picando troncos de árvores. O ponto que as pessoas não consideram é: como ele não sofre nenhuma hemorragia cerebral enquanto pica fortemente o tronco? Seria como um homem colar um prego em sua testa e bater em algum muro.


Se algum homem se atreveu a fazer isso, provavelmente sofreu um choque cerebral seguido de uma hemorragia cerebral.

Um pica-pau, no entanto, pode bicar uma árvore de tronco duro 38-43 vezes entre 2,10 e 2,69 segundos, e nada acontece com ele.

Nada acontece porque a estrutura da cabeça do pica-pau foi criada justamente para esse tipo de trabalho. O crânio do pica-pau tem um sistema de "suspensão" que reduz e absorve a força das pancadas. Existe tecidos de amaciamento entre seus ossos e seu crânio.

Fantástico!



Grzimeks Tierleben Vögel 3, Deutscher Taschen Buch Verlag, Oktober 1993, p.92.

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